Ele levantou-se do sofá, e puxando-a pelos cabelos dirigiu-se para o centro do salão.
Andando de quatro ela foi sendo guiada por Suas mãos firmes e decididas. Estava vestida ainda.
Em frente ao grande X negro fixado á parede, e ainda de quatro no chão, ela teve o seu vestido erguido e suas meias-finas puxadas para baixo, ficando assim com as nádegas expostas.
Percebeu quando Ele afastou-se em direção á parede onde encontravam-se todos os chicotes, dependurados a espera de uso.
De propósito Ele demorou-se na escolha, e ela tentou adivinhar o que lhe aguardava a seguir.
Quando menos esperava, veio a primeira lambada. E depois outra, e mais outra... suas costas, até então ainda cobertas pelo vestido, foram desnudadas por ordens dEle, que ficou observando enquanto ela se livrava do vestido e da blusa negra.
Estava ela agora apenas de soutien, calcinha minúscula e as meias, arriadas na base das coxas. Botas cano longo nos pés.
Ele trocou de chicote e recomeçou, desta vez nas costas. Os locais foram-se alternando...bunda, coxas, costas novamente...e os chicotes, os mais variados. Uma cane preta também foi usada.
A cada novo golpe, ela esforçava-se para manter a linha de concentração e suportar cada vez mais o doloroso spanking.
Algumas vezes deixou escapar urros de dor, que geralmente eram seguidos pela troca do acessório utilizado para a tortura.
Ela estava feliz, percebendo que estava aguentando o máximo possível, por Ele e para Ele.
Os cabelos longos caíam-lhe em volta da face, escondendo o rosto e as lágrimas de dor e emoção que insistiam em escapar de seus olhos. Ele mandou então que ela ficasse em pé.
De frente para o X e de costas para Ele, ela teve seus pulsos presos por algemas de couro ligadas ás correntes fixas na parede.
E então os golpes recomeçaram, novamente alternando os locais e os chicotes, chibatas e canes utilizados.
Ela já não conseguia mais acompanhar a troca de acessórios e limitava-se a sentí-los na carne, procurando diferenciar cada um e aproveitar o máximo daquele momento.
Lá pelas tantas, Ele aproximou-se com algodão embebido em álcool e passou-o fartamente por suas nádegas; e ela então sabia o que viria a seguir. Começou a desembalar as agulhas que trazia no bolso do longo casaco grafite, fazendo questão que ela visse-as em Suas mãos. Ela ficou feliz. Jamais temeu agulhas e limitou-se a imaginar como seriam introduzidas desta vez, o que não demorou a ocorrer. A cada espetada, uma agulhava fixava-se em seus músculos, deixando visível apenas os canhões marrons e azuis.
Umas 40 delas foram colocadas em sua bunda cheia de lindos vergões coloridos, que iam desde tons de rosa forte, passando pelos vermelhos e arroxeados que formavam-se em sua pele extremamente branca. Alguns tapas sobre as agulhas faziam com que elas cutucassem internamente a musculatura glútea, aumentando assim a dor, que também era provocada por novos golpes de chicote nas costas e na região lateral e posterior das coxas.
Ele se afasta, á procura do melhor chicote que seria utilizado então. Volta com um lindo acessório com cabo de metal, e tiras de borracha roliça, umas 20 no mínimo, ela não pôde contá-las. Pareciam fios de espaguete negro presas àquele cabo prateado, firme em Sua mão. Ele afastou-se um pouco, afastou as abas de seu casaco com a mão esquerda e com a direita começou a desferir os golpes de chicote sobre as agulhas, fazendo uma linda varredura no local.
As agulhas saltavam longe, pipocando no chão junto com o sangue dela, deixando o piso branco todo salpicado de vermelho.
Foi explêndido! O sangue vertia de suas nádegas, escorrendo por suas coxas brancas; um visual espetacular...

Ele então soltou seus pulsos, passou álcool em suas nádegas para desinfetar o local das perfurações e retirar o sangue
que começava a coagular sobre sua pele e mandou que ela catasse pelo salão todas as agulhas que tinham dispersado-se em todas as direções. Ela gatinhava de quatro pelo chão ensanguentado, juntando-as todas e entregando-as em Suas mãos. Uma a uma.
Mais tarde, no banheiro, Ele mandou que ela permanecesse em pé e novamente procedeu à limpeza do sangue que ainda insistia em escorrer dos furos, estancando o sangramento com algodão seco. Finalmente ela foi autorizada a vestir-se.
Sentou-se ao chão, junto aos pés dEle, feliz da vida pela oportunidade que tinha acabado de receber, e beijou-os carinhosamente.

{†Morticia†}_Tt
...morcego capturado há 7 meses...
Música: Carmina Burana (Mozart)

Poucas são as pessoas em nosso meio BDSM que não os tem, embora muitos não gostem de falar sobre eles.
E não gostam de falar porque? Pelo muito que vi, aprendi e continuo aprendendo nas listas (principalmente) talvez eu possa me arriscar a afirmar o principal motivo: medo do preconceito alheio.
Infelizmente o nosso meio, por incrível que pareça, está recheado de pessoas que ainda não conseguiram abandonar certos tabus e preconceitos mesquinhos que povoam suas mentes, e pior, não conseguindo trabalhar bem esses seus tabus “internamente”, transferem suas frustrações criticando pessoas que pensam diferenciadamente.
Curioso também é ver que bottoms falam mais abertamente sobre seus fetiches, principalmente os do sexo masculino, quando pela lógica, numa relação D/s verdadeira os fetiches e fantasias deveriam sempre advir do Top, cabendo à parte submissa realiza-las, mesmo não sendo as suas práticas prediletas, apenas por submissão, por saber que agindo assim estará servindo e agradando o seu Dono/a, claro que tendo o SSC respeitado.
Talvez Tops tenham mais receios em expor seus fetiches temendo críticas e represálias veladas por parte de outros Dominadores/as, amigos ou não.
Cansamos de ver em chats nicks como “Dominador podólatra” ou “Dom curte Inversão” e afins sendo ridicularizados apenas por terem coragem de expor suas preferências.
Isso é uma coisa realmente triste.
(continua abaixo)
Precisamos aprender a desvincular o BDSM dos papéis preestabelecidos, onde X é considerado humilhante (ex: chuvas, inversão, podolatria), do papel que o indivíduo exerce na relação. No meu ver, não são as preferências de um ou de outro que os tornam mais, ou menos, Dominadores/as. Assim como tem escravo que não gosta de inversão mas aceita por submissão, tem os que gostam e aceitam com prazer. Se um homem tem prazer nessa prática, ele não deixa de ser homem por isso, seja ele um submisso ou um Dominador. E não é por curtir inversão que um homem tem que necessariamente ser um submisso. Se ele realmente é um Dominador, se frustrará servindo a alguém apenas para ter sua fantasia realizada. Então o sujeito é Dominador mas passa a vida inteira frustrado por temer abrir seus desejos à sua parceira apenas por medo de ser mal interpretado?
Isso é só um pequeno exemplo.
O medo de expormos nossos desejos é uma coisa que com o tempo vai minando nossos relacionamentos sem ás vezes nos darmos conta disso.
O prazer de um submisso/a autêntico/a é servir ao seu Top e ser valorizado por isso.
O prazer de um Top é ter seus desejos satisfeitos pelo seu bottom sem questionamentos e muito menos represálias. E entre esses desejos incluem-se as suas fantasias, seus fetiches.
Até que ponto um Top satisfaz-se num relacionamento onde ele não sente-se a vontade para expô-los ao bottom? O que está faltando nessa relação, confiança? Provavelmente. O Top tem receios de expor suas vontades, muitas vezes temendo que ao final do relacionamento o bottom vá sair por aí divulgando as suas taras e fetiches que ele mesmo considera condenáveis. Dá pra ser feliz assim? Acho difícil...
O primeiro passo é aceitarmo-nos como nós realmente somos e assumirmos nossas preferências sem medos. Se não pudermos fazer isso nem aqui, entre praticantes da mesma arte, e presumivelmente mais “abertos” para certas verdades, é quase certo que jamais o faremos em outros meios.
{†Morticia†}_Tt
o morcego fetichista...

Música: Aint No Sunshine When Shes Gone (Lenny Kravitz)
Hoje, lanche, é o seu dia!!!!!
Por isso preparei uma surpresinha singela, mas tenha certeza que é de coração....
Abaixo, algumas frases enviadas especialmente para você, por alguns amigos que muito te amam!!!!
“A você, os mais belos sonhos e as mais perfeitas realizações, hoje e sempre, a contar de hoje, quando comemoramos mais um ano, dos muitos ainda por vir, do seu nascimento. Nós, seus amigos, mais que você, temos muito a comemorar e a agradecer nesta data, afinal, este mundo não seria o mesmo para nós sem você.
Um grande beijo e FELIZ ANIVERSÁRIO!”
"Parabéns pra você, nessa data querida! Muitas velas e chicotadas, muitos tapas e mordidaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasss!!!! Amo tu"
"Minha querida...nesta data inicia-se um novo ano em sua vida...este é o seu VERDADEIRO ANO NOVO....e quero que se apresente pleno de realizações de sonhos acalentados....pleno de felicidade alcançada por seu mérito...beijussssssssss...Feliz Aniversário!!!!!!!!!!!"
"As pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem." amo vc."
“blanche....branca....
...que nesse dia o mundo encha-se de todas as cores possíveis para brindar mais um ano de vida dessa pessoa especial que você é e pela grande amiga que tem sido para mim, não só nos bons como nos maus momentos , pois como diz o poeta: é nos momentos difíceis que os verdadeiros amigos revelam-se .
...continue mostrando à vida toda a sua garra e luz e seja muito feliz em todos os dias desse novo ano que para você inicia-se hoje...te adoro!!!”
Agora fica como incumbência sua tentar descobrir quem escreveu cada frase dessa para vc!!!!
Pode começar, rsrs
Mil beijos e PARABÉNS!!!!!
{†Morticia†}_Tt
Esse texto abaixo já é de certa forma antigo, mas somente agora resolví postá-lo neste blog. Ele também consta na seção de artigos no site do grupo †Dark Site BDSM† (http://br.groups.yahoo.com/group/Dark_Site), e foi feito com o objetivo de auxiliar novos praticantes do spanking quanto à segurança que a prática requer.
Aconselho a lerem sentados, pois o texto é um tanto longo.

(Imagem gentilmente cedida por Mestre Medieval)
SPANKING SEGURO
{†Morticia†}_Tt
Aliando meus conhecimentos acadêmicos de Anatomia e Fisiologia Humana à minha prática em spanking, resolvi escrever este texto, no intuito de alertar , orientar, esclarecer e até relembrar à todos os interessados na prática de um spanking seguro, os locais do corpo humano nos quais o spanking é apropriado, e também os locais que exigem maiores restrições à prática.
Em primeiro lugar, avalie o estado de saúde do seu escravo, principalmente quanto à presença de lesões de pele ou outras doenças que contra-indiquem totalmente ou parcialmente a prática (por ex: desnutrição, caquexia,diabetes mellitus e outros distúrbios da coagulação sanguínea).
O primeiro spanking de um escravo normalmente é precedido por apreensão, nervosismo, dúvidas e medos. Isso é comum e totalmente compreensível. Seja tolerante com seu escravo iniciante; ambos só tem a ganhar.
Procure sempre testar o grau de resistência à dor de seu(a) escravo(a), e também avaliar os efeitos que esse spanking está produzindo em sua pele. Existem escravos(as) que gostam de marcas duradouras (hematomas, vergões duradouros, lacerações...) mas a maioria não; então dê as primeiras chicotadas espaçadamente, fazendo intervalos entre elas, nos quais você poderá observar e analisar a pele. Passar as mãos suavemente sobre o local, durante esses intervalos, é uma boa tática que tem várias finalidades:
-sentir se o spanking está produzindo algum grau de edema na pele ( os populares “vergões”, onde a pele “incha” além de ficar vermelha);
-aliviar a ardência produzida pelas chicotadas;
-fazer um carinho momentâneo no(a) escravo(a).
Nunca se esqueça, em momento algum, que a “vítima” do spanking é um ser humano, e não apenas um pedaço de carne.
REGIÃO GLÚTEA
Popularmente conhecida por “bunda”.
Região mais comumente utilizada para a prática, por ser o local de maior permissividade por parte do(a) escravo(a), e também aquela que oferece menores riscos para a prática.
A pele pode ser mais fina e sensível por ser uma área que dificilmente pega sol (com raras exceções), e freqüentemente fica marcada por vergões ou hematomas, mas é sem dúvida o único local do corpo no qual você pode praticar um spanking com todos os tipos de acessórios existentes para esse fim. Ex: mãos, chinelos, cintos, chicotes, chibatas, canes, paddles, etc.
REGIÃO TORÁCICA POSTERIOR
“Costas”
Região também bastante utilizada para essa prática.
Em virtude da presença das costelas, que protegem órgãos vitais como pulmões, coração e fígado, evita-se o spanking com materiais do tipo “paddles” ou “canes”, que poderiam causar fratura dessas costelas e conseqüentes perfurações/lacerações destes órgãos.
Dê preferência aos chicotes, podendo ser eles de tiras curtas ou longas, e dos mais variados materiais, dependendo do grau de resistência do(a) seu(a) sub.
Quando for praticar um spanking na região superior das costas, diga para o seu escravo flexionar a cabeça para frente, encostando o “queixo” no tórax, evitando assim atingir seu rosto durante o chicoteamento.
REGIÃO LOMBAR
Chamada popularmente de “lombo” ou “cadeiras”, rs
Essa região deve ser evitada na prática do spanking, pois ali se localizam os rins, órgãos sensíveis e vitais do ser humano.
No máximo um spanking bem leve e com material de baixo impacto.
Isso é importante observar se quisermos preservar a integridade física de nosso escravo.
O objetivo de um spanking não é causar lesões graves em órgãos internos.
PERNAS
Nas pernas, sinal verde para: # região anterior, posterior e lateral externa das coxas; #região lateral externa e posterior da perna (panturrilha).
Sinal vermelho para: # face interna das coxas e pernas (pois ali passam vasos importantes como as veias safenas e femurais. As safenas, apesar de serem vasos
longos e calibrosos, são bastante superficiais e particularmente sensíveis. Qualquer spanking produzido diretamente sobre locais desse tipo produzirá um extravasamento de sangue no tecido subcutâneo, que deixará o local dolorido, cheio de hematomas duradouros e inclusive correndo-se o risco de ter uma flebite local); # região posterior do joelho (ali existem vasos e ligamentos muito importantes, que uma vez gravemente lesados, podem não mais recuperar-se);
# região anterior da perna e do joelho: estes locais são desprovidos de tecido adiposo (“gordura”) e até de musculatura (sobre o osso chamado tíbia).
Ali, é pele e logo abaixo, osso. Uma chicotada forte, se cortar a pele, vai expor o osso, e isso não é nada interessante.
(Imagem gentilmente cedida por Dom Tormentos)
PÉS E MÃOS
Sinal verde para palma das mãos e planta (“sola”) dos pés.
São locais de bastante resistência e dificilmente deixa marcas, com a vantagem de ser bastante dolorido um spanking nesses locais.
Sinal vermelho para o dorso das mãos/peito dos pés, pela grande quantidade de tendões e vasos existentes.
BRAÇOS
Lugares pouco utilizados, sendo que é dado sinal verde apenas para a face externa do braço.
Evita-se spanking com chicotes nos antebraços e na face interna do braço, por causa dos vasos e tendões que ali passam, e também nas axilas, pois ali há grande concentração de gânglios linfáticos.
ABDÔMEN
“Barriga”
Vai depender muito do tipo de abdômen e quantidade de musculatura existente ali. Homens normalmente tem maior resistência nessa região do que as mulheres.
Observar se o(a) escravo(a) não apresenta hérnias ou incisões cirúrgicas recentes no local; se positivo desista da idéia.
Mesma coisa se ele(a) acabou de alimentar-se, pois pode desencadear vômito.
Qualquer anormalidade gastrointestinal contra-indica o spanking abdominal, inclusive diarréias e infecções intestinais.
Nessa região, evite spanking com materiais pesados, dê preferência à chicotes mais leves e de tiras longas.
REGIÃO TORÁCICA ANTERIOR
“Peito”
Mais uma vez, os homens levam vantagem por terem mais musculatura e não terem glândulas mamárias desenvolvidas. Os homens possuem glândulas mamárias, porém as mesmas não se desenvolvem, permanecendo subdesenvolvidas (“atrofiadas”).
Já nas mulheres, por serem desenvolvidas, as glândulas são mais sensíveis e um spanking pesado pode desencadear mastites, hipertrofias e até deslocamento das glândulas.
Portanto, pegue leve nesses locais. Se a escrava usa prótese de silicone, o cuidado deve ser redobrado, pois qualquer inflamação no local pode levar à rejeição da prótese e à necrose dos tecidos. Nesse caso, apenas tapas são permitidos, e de intensidade moderada.
PESCOÇO
Não é um local apropriado para torturas tipo spanking.
Nas laterais do pescoço há presença das veias jugulares e artérias carótidas, que drenam/irrigam a cabeça.
E na região anterior temos a glândula tireóide, extremamente sensível.
Torture seu escravo no pescoço dando boas mordidas, mas evite spanking aí.
ROSTO
Apenas tapas com as mãos são indicados, não sendo aconselhável o uso de chinelos/réguas, etc e jamais chicotes, pois estes facilmente atingem os olhos.
Os tapas no rosto podem variar de intensidade, desde leves até fortes, desde que saiba-se onde bater e como bater.
Tapas mal dados podem levar à fratura de dentes, mandíbula e outros ossos da face.
O ideal é bater com a mão levemente côncava, e segurando o outro lado da face com a outra mão (se for bater mais forte).
Se a pele do escravo for muito branca e sensível, tapas fortes no rosto podem deixar hematomas.
CABEÇA
Pancadas e chicotadas no crânio? Só em filmes de comédia.
No máximo dê uns cascudos com os nós dos dedos, como as professoras faziam antigamente com os alunos indisciplinados.
Ou uns puxões de cabelo ou de orelha = atenção à força empregada, para não arrancar fora a orelha e nem fazer descolamento da cartilagem auricular.
GENITAIS
SEXO MASCULINO # chicotadas são contra-indicadas tanto na bolsa escrotal quanto no pênis. No pênis pode-se dar tapas e puxões. Na bolsa escrotal, evita-se bater com força ou chutar em virtude da presença dos testículos em seu interior.
Você pode suspender os testículos próximos à virilha se o escravo estiver deitado, com o uso de esparadrapos, deixando a bolsa escrotal vazia em sua parte inferior, livre para torturas diversas (aí sim os tapas fortes são permitidos).
O problema não é o “saco” em si, pois este, vazio, tem pouca sensibilidade. O que o torna sensível é a presença dos testículos dentro.
SEXO FEMININO # chicotadas devem ser evitadas, principalmente na vulva, por ser constituída de tecido mucoso que corta facilmente. Tapas, mesmo fortes, estão liberados, e chutes com os pés descalços também. Chutes com os pés calçados podem cortar e/ou deixar hematomas no local. Não se esquecendo que a maioria das escravas perdem o tesão quando torturas pesadas são aplicadas sobre o clitóris, use com moderação esse tipo de tortura. Existem outras mais leves à serem usadas nos genitais femininos e que algumas vezes até trazem prazer à escrava.
CONSELHO
Se você não se sente seguro para praticar um spanking também seguro, peça orientação à um Mestre ou Rainha experiente.
Procure assistir à algumas cenas ou sessões antes de aventurar-se sozinho.
Compre um chicote e treine nas paredes de casa, antes de lascá-lo na pele de alguém; assim vc vai ao menos aprendendo a controlar/moderar a força de sua mão.
Podemos sim ter o sadismo dentro de nós desde criança, mas ninguém nasce sabendo bater/chicotear.
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